Psalms 137

KJV · Capítulo 137/150

1By the rivers of Babylon, there we sat down, yea, we wept, when we remembered Zion.

2We hanged our harps upon the willows in the midst thereof.

3For there they that carried us away captive required of us a song; and they that wasted us required of us mirth, saying, Sing us one of the songs of Zion.

4How shall we sing the Lord’s song in a strange land?

5If I forget thee, O Jerusalem, let my right hand forget her cunning.

6If I do not remember thee, let my tongue cleave to the roof of my mouth; if I prefer not Jerusalem above my chief joy.

7Remember, O Lord, the children of Edom in the day of Jerusalem; who said, Rase it, rase it, even to the foundation thereof.

8O daughter of Babylon, who art to be destroyed; happy shall he be, that rewardeth thee as thou hast served us.

9Happy shall he be, that taketh and dasheth thy little ones against the stones.

📖 Estudo do capítulo

Resumo

Um lamento pungente escrito à beira dos rios da Babilônia, onde os exilados choravam lembrando de Sião e se recusavam a cantar suas canções sagradas para os captores zombeteiros, terminando com palavras de dor e desejo de retribuição contra os opressores.

Explicação

Este é um dos salmos mais emocionalmente intensos e historicamente específicos do saltério, escrito claramente durante ou logo após o exílio babilônico (586-538 a.C.), quando os judeus foram levados cativos e forçados, de forma cruel, a entreter seus captores com canções do templo. Os versos finais (8-9), extremamente duros, refletem a prática comum (e chocante para leitores modernos) de linguagem de guerra antiga, sendo entendidos por estudiosos como uma expressão bruta de dor extrema entregue a Deus, e não uma instrução moral literal a ser praticada. A aplicação hoje, com honestidade, é reconhecer que a Bíblia registra até os sentimentos mais difíceis e desconfortáveis da experiência humana diante do sofrimento, sem necessariamente aprová-los como modelo de ação.

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