Psalms 136

KJV · Capítulo 136/150

1O give thanks unto the Lord; for he is good: for his mercy endureth for ever.

2O give thanks unto the God of gods: for his mercy endureth for ever.

3O give thanks to the Lord of lords: for his mercy endureth for ever.

4To him who alone doeth great wonders: for his mercy endureth for ever.

5To him that by wisdom made the heavens: for his mercy endureth for ever.

6To him that stretched out the earth above the waters: for his mercy endureth for ever.

7To him that made great lights: for his mercy endureth for ever:

8The sun to rule by day: for his mercy endureth for ever:

9The moon and stars to rule by night: for his mercy endureth for ever.

10To him that smote Egypt in their firstborn: for his mercy endureth for ever:

11And brought out Israel from among them: for his mercy endureth for ever:

12With a strong hand, and with a stretched out arm: for his mercy endureth for ever.

13To him which divided the Red sea into parts: for his mercy endureth for ever:

14And made Israel to pass through the midst of it: for his mercy endureth for ever:

15But overthrew Pharaoh and his host in the Red sea: for his mercy endureth for ever.

16To him which led his people through the wilderness: for his mercy endureth for ever.

17To him which smote great kings: for his mercy endureth for ever:

18And slew famous kings: for his mercy endureth for ever:

19Sihon king of the Amorites: for his mercy endureth for ever:

20And Og the king of Bashan: for his mercy endureth for ever:

21And gave their land for an heritage: for his mercy endureth for ever:

22Even an heritage unto Israel his servant: for his mercy endureth for ever.

23Who remembered us in our low estate: for his mercy endureth for ever:

24And hath redeemed us from our enemies: for his mercy endureth for ever.

25Who giveth food to all flesh: for his mercy endureth for ever.

26O give thanks unto the God of heaven: for his mercy endureth for ever.

📖 Estudo do capítulo

Resumo

Um hino único conhecido como 'Grande Hallel', em que cada um dos 26 versos é seguido pelo refrão repetido 'porque a sua benignidade dura para sempre', percorrendo a criação, o Êxodo e a entrada na terra prometida.

Explicação

Este salmo tem uma estrutura litúrgica única: provavelmente era cantado de forma responsiva, com um líder cantando a primeira parte de cada verso e a congregação inteira respondendo em coro 'porque a sua benignidade dura para sempre' — repetida exatamente 26 vezes, o maior número de repetições de um refrão idêntico em toda a Bíblia. Por isso é chamado tradicionalmente de 'Grande Hallel' (grande louvor) na tradição judaica. A aplicação hoje é que repetir e proclamar em voz alta a fidelidade constante de Deus, mesmo (ou principalmente) em comunidade, tem um poder formativo próprio, distinto de apenas pensar sobre isso silenciosamente.

Curiosidades

  • É chamado tradicionalmente na liturgia judaica de 'Grande Hallel', sendo recitado até hoje em celebrações da Páscoa judaica (Pêssach).
  • O refrão 'porque a sua benignidade dura para sempre' se repete exatamente 26 vezes, uma das estruturas de repetição mais longas e deliberadas de toda a literatura bíblica.

Explicação versículo a versículo

  1. Psalms 136:1A repetição do mesmo refrão em cada verso, 26 vezes seguidas, indica um uso litúrgico: provavelmente um líder cantava a primeira parte de cada linha, e todo o povo respondia em coro com essa frase fixa. Um formato de chamado e resposta usado no templo.
  2. Psalms 136:2Chamar Deus de 'Deus dos deuses' afirma sua supremacia sobre qualquer outra divindade que os povos vizinhos pudessem cultuar.
  3. Psalms 136:3O título paralelo 'Senhor dos senhores' reforça a mesma ideia: nenhum governante humano ou espiritual está acima da autoridade descrita aqui.
  4. Psalms 136:4A palavra 'só' chama atenção: ele é o único que faz maravilhas, sem nenhum outro crédito dividido com qualquer outro poder.
  5. Psalms 136:5A criação dos céus é atribuída ao 'entendimento' de Deus, não apenas à força bruta - uma criação pensada, não apenas executada.
  6. Psalms 136:6'Estender a terra sobre as águas' reflete a imagem antiga do mundo como uma superfície plana repousando sobre um oceano por baixo, comum na cosmologia da época.
  7. Psalms 136:7Antes de nomear o sol, a lua e as estrelas individualmente nos versos seguintes, o salmo os apresenta juntos como 'grandes luminares'.
  8. Psalms 136:8O sol recebe uma função específica: 'governar' o dia, tratando a luz do dia quase como uma forma de autoridade organizando o tempo.
  9. Psalms 136:9Lua e estrelas dividem a mesma função de 'presidir', agora sobre a noite - dois governantes celestes para as duas metades do dia.
  10. Psalms 136:10Volta ao Egito para retomar a última praga, a morte dos primogênitos, o ponto de virada que levou à saída do povo.
  11. Psalms 136:11Segue direto da praga anterior para a libertação em si: tirar Israel do meio dos egípcios logo depois do castigo final.
  12. Psalms 136:12'Mão forte' e 'braço estendido' formam uma fórmula fixa usada em vários livros da Bíblia, especialmente Deuteronômio, para descrever a força usada na libertação do Egito.
  13. Psalms 136:13O detalhe específico do milagre aparece aqui: o Mar Vermelho não apenas se abriu, foi dividido em duas partes distintas.
  14. Psalms 136:14O resultado prático da divisão do mar no verso anterior é a travessia segura de Israel bem no meio das duas partes das águas.
  15. Psalms 136:15O mesmo mar que salvou Israel destrói o exército de Faraó - um único evento com dois desfechos completamente opostos para cada lado envolvido.
  16. Psalms 136:16Depois da travessia do mar, o salmo avança para a etapa seguinte da história: a longa jornada de Israel sendo guiado pelo deserto.
  17. Psalms 136:17A narrativa avança para a conquista da terra, começando com a derrota de reis poderosos que tentaram resistir à passagem do povo.
  18. Psalms 136:18Repete a ideia do verso anterior quase com as mesmas palavras, reforçando que não eram reis quaisquer, mas governantes famosos e reconhecidos.
  19. Psalms 136:19Seom, rei dos amorreus, e Ogue, rei de Basã, eram governantes reais derrotados na conquista da terra, contada em Números 21. Citá-los pelo nome dá um exemplo histórico concreto dentro da lista de vitórias que o salmo enumera.
  20. Psalms 136:20Continua nomeando o segundo dos dois reis derrotados na travessia rumo a Canaã, Ogue de Basã, complementando o nome já citado no verso anterior.
  21. Psalms 136:21Depois da vitória militar sobre esses reis, vem a consequência prática: a terra deles entregue como herança para o povo vencedor.
  22. Psalms 136:22A entrega da terra é reafirmada, agora chamando Israel de 'servo' de Deus, uma palavra que enfatiza submissão e serviço, diferente do termo mais comum 'povo'.
  23. Psalms 136:23'Nossa baixeza' descreve a condição de fraqueza e pouca importância política de Israel diante de outros impérios. O salmo celebra justamente que Deus prestou atenção nesse povo pequeno, não por causa do seu poder.
  24. Psalms 136:24Depois de lembrar a condição humilde do povo, mencionada no verso anterior, o salmo segue direto para a consequência: eles foram resgatados dos próprios inimigos.
  25. Psalms 136:25O escopo se amplia de repente: a provisão de Deus não é só para Israel, alcança 'toda a carne', ou seja, todo ser vivo, sem distinção.
  26. Psalms 136:26O salmo fecha com um título diferente dos usados no início, 'Deus dos céus', encerrando toda a longa lista histórica com uma última linha de puro louvor.

Capítulos

Nossos apps

Nossos apps →

Bíblia em Histórias

A Bíblia contada como narrativa, com áudio e vídeos.

📱 Baixar o app

World in Stories

Histórias reais da humanidade que parecem invenção.

Feito! Pequenas Vitórias

Rotina leve de tarefas pra quem se perde no dia a dia.