Salmos 28

ARC · Chapter 28/150

1A ti clamarei, ó Senhor, Rocha minha; não emmudeças para comigo: se te calares para comigo, fique eu similhante aos que descem ao abysmo.

2Ouve a voz das minhas supplicas, quando a ti clamar, quando levantar as minhas mãos para o teu sancto oraculo.

3Não me arremesses com os impios e com os que obram a iniquidade; que fallam de paz ao seu proximo, mas teem mal nos seus corações.

4Dá-lhes segundo as suas obras e segundo a malicia dos seus esforços; dá-lhes conforme a obra das suas mãos; torna-lhes a sua recompensa.

5Porquanto não attendem ás obras do Senhor, nem á obra das suas mãos; pelo que elle os derribará e não os reedificará.

6Bemdito seja o Senhor, porque ouviu a voz das minhas supplicas.

7O Senhor é a minha força e o meu escudo; n'elle confiou o meu coração, e fui soccorrido: pelo que o meu coração salta de prazer, e com o meu canto o louvarei.

8O Senhor é a força d'elles: tambem é a força salvadora do seu ungido.

9Salva o teu povo, e abençoa a tua herança; e apascenta-os e exalta-os para sempre.

📖 Chapter study

Summary

David cries out not to be treated like the wicked, asks God to repay each person according to their deeds, and ends by praising Him because his prayer was heard, asking for a blessing on all the people.

Explanation

The psalm begins with urgency ('be not silent to me') and ends with confident gratitude that the prayer was answered — a common pattern in psalms of lament, in which confidence arises even before any visible evidence of an answer. The request that God repay 'according to their deeds' reflects a common principle in Old Testament theology: divine justice responds to human actions, even though the final outworking of that justice often only becomes clear over time. Today's application: handing over to God the desire for justice, without taking revenge into one's own hands.

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