Salmos 144

ARC · Chapter 144/150

1Bemdito seja o Senhor, minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra;

2Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu: escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo.

3Senhor, que é o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes?

4O homem é similhante á vaidade; os seus dias são como a sombra que passa.

5Abaixa, ó Senhor, os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão.

6Vibra os teus raios, e dissipa-os; envia as tuas frechas, e desbarata-os.

7Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e, arrebata-me das muitas aguas e das mãos dos filhos estranhos,

8Cuja bocca falla vaidade, e a sua direita é direita de falsidade.

9A ti, ó Deus, cantarei um cantico novo, com o psalterio e instrumento de dez cordas te cantarei louvores.

10A ti, que dás a salvação aos reis, e que livras a David, teu servo, da espada maligna.

11Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja bocca falla vaidade, e a sua direita é direita de iniquidade;

12Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras d'esquina lavradas á moda de palacio.

13Para que as nossas dispensas se encham de todo o provimento; para que os nossos gados produzam a milhares e a dezenas de milhares nas nossas ruas.

14Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; para que não haja nem assaltos, nem saidas, nem gritos nas nossas ruas.

15Bemaventurado o povo, ao qual assim acontece: bemaventurado é o povo cujo Deus é o Senhor.

📖 Chapter study

Summary

A royal psalm celebrating God as trainer for war and as fortress, asking for victory over foreign enemies and describing the desired prosperity: strong sons, full barns, abundant flocks, and no cries of distress in the streets.

Explanation

This psalm combines elements from several earlier psalms of David (especially Psalm 18), reflecting on the smallness of humanity before God ('what is man, that thou takest knowledge of him?,' v. 3, echoing Psalm 8) alongside a practical vision of national prosperity — not wealth for the few, but stability for the whole community (children, barns, flocks, safety in the streets). The closing line sums up the psalm well: 'happy is that people, whose God is the Lord' (v. 15). The application for today is that asking God for both protection and practical prosperity for the community (not just for oneself) reflects a balanced biblical view of blessing.

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