1Salmo de Davi, para o regente: Ouve, Deus, minha voz, em minha meditação [de súplica] ; guarda minha vida do terror do inimigo.
2Esconde-me do grupo dos malignos, e do ajuntamento dos praticantes de maldade,
3Que afiam sua língua como [se fosse] espada; e armaram palavras amargas [como se fossem] flechas.
4Para atirarem no inocente às escondidas; disparam apressadamente contra ele, e não têm medo.
5Eles são ousados para [fazerem] coisas más, comentam sobre como esconder armadilhas, [e] dizem: Quem as verá?
6Eles buscam por perversidades; procuram tudo o que pode ser procurado, até o interior de [cada] homem, e as profundezas do coração.
7Mas Deus os atingirá com flecha de repente; e [logo] serão feridos.
8E a língua deles fará com que tropecem em si mesmos; todo aquele que olhar para eles se afastará.
9E todos os homens terão medo, e anunciarão a obra de Deus, e observarão cuidadosamente o que ele fez.
10O justo se alegará no SENHOR, e confiará nele; e todos os corretos de coração [o] glorificarão.
📖 Chapter study
Summary
David asks for protection from enemies who secretly plot bitter words like arrows, trusting that God will shoot a sudden arrow at them, causing everyone to recognize divine justice.
Explanation
This psalm focuses specifically on the danger of maliciously planned words — 'who whet their tongue like a sword' — describing a verbal conspiracy carefully devised to slander or harm someone without being detected. God's response, described as a sudden 'arrow,' turns the enemy's own weapon (words shot like arrows) back against him. Today's application: recognizing the destructive power of maliciously planned words, whether in gossip, slander, or manipulation, and trusting that the truth eventually comes to light.
Fun facts
- The metaphor of words as 'arrows' and the tongue as a 'sharp sword' appears repeatedly in the psalms (compare Psalm 57:4, 59:7), reflecting a constant biblical concern with the destructive power contained in human speech, later taken up in James 3:5-8.
- This is one of the shortest psalms classified as 'confident imprecatory,' as it combines a plea against enemies with a quick and secure turn toward trust, without the lengthy development of lament seen in psalms like 35 or 69.