Isaías 15

BLIVRE · Chapter 15/66

1Revelação sobre Moabe: Certamente em uma noite é destruída Ar-Moabe; [e] é devastada; certamente em uma noite é destruída Quir-Moabe, [e] é devastada.

2[Os moradores] sobem ao templo, e a Dibom, aos lugares altos, para chorar; Moabe grita de lamento por Nebo e por Medeba; em todas as suas cabeças há calva, e toda barba está raspada.

3Eles se vestem de sacos em suas ruas; em seus terraços, e em suas praças todos andam gritando de lamento, e descem chorando.

4Tanto Hesbom como Eleale vão gritando, até Jaaz se ouve sua voz; por causa disso os soldados armados de Moabe gritam, a alma de cada um está abalada dentro de si.

5Meu coração dá gritos por Moabe, seus fugitivos [foram] até Zoar [e] Eglate-Selisia; pois sobem com choro pela subida de Luíte, pois no caminho de Horonaim levantam um grito de desespero.

6Pois as águas de Ninrim se acabaram; pois a grama se secou, as plantas pereceram, e não há mais vegetal verde.

7Por isso levarão os bens que acumularam e seus pertences ao ribeiro dos salgueiros.

8Porque o pranto rodeia aos limites de Moabe; até Eglaim chega seu grito de lamento, e até Beer-Elim sua lamentação.

9Pois as águas de Dimom estão cheias de sangue, porém porei em Dimom ainda outros mais: um leão aos que escaparem de Moabe, e aos sobreviventes da terra.

📖 Chapter study

Summary

A detailed lament over the destruction of Moab, Israel's neighboring nation east of the Dead Sea. Entire cities weep, flee, and despair in the face of an imminent catastrophe.

Explanation

Moab was an ancient kingdom descended from Lot (Abraham's nephew, Genesis 19:37) and had a historical relationship of tension and kinship with Israel — it was from there that Ruth came, great-grandmother of King David. The chapter is unusual in its tone: instead of triumph, Isaiah genuinely laments Moab's suffering, showing compassion even for a people historically hostile to Israel. The wealth of specific city names (Ar, Kir, Nebo, Heshbon) reflects detailed geographical knowledge of the Transjordan region. The application today is that announcing judgment on injustice does not mean rejoicing over someone else's suffering — one can weep even over the punishment of enemies.

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