Apocalipse 15

ARC · Chapter 15/22

1E vi outro grande e admiravel signal no céu: sete anjos, que tinham as sete ultimas pragas; porque n'ellas é consummada a ira de Deus.

2E vi como um mar de vidro misturado com fogo; e os que sairam victoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu signal, e do numero do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.

3E cantavam o cantico de Moysés, o servo de Deus, e o cantico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-poderoso! justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos sanctos.

4Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és sancto; por isso todas as nações virão, e adorarão diante de ti, porque os teus juizos são manifestos.

5E depois d'isto olhei, e eis que o templo do tabernaculo do testemunho se abriu no céu.

6E os sete anjos que tinham as sete pragas sairam do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de oiro ao redor de seus peitos.

7E um dos quatro animaes deu aos sete anjos sete salvas de oiro, cheias da ira de Deus, que vive para todo o sempre.

8E o templo encheu-se com o fumo da gloria de Deus e do seu poder; e ninguem podia entrar no templo, até que se consummassem as sete pragas dos sete anjos.

📖 Chapter study

Summary

John sees in heaven those who had conquered the beast singing the song of Moses and of the Lamb, celebrating God's righteous deeds. Seven angels receive seven bowls full of God's wrath, preparing to pour out the last plagues on the earth.

Explanation

This short, solemn chapter serves as a formal introduction to the final series of judgments (the seven bowls), beginning once again with a scene of heavenly worship, a recurring pattern in the book that always places judgment within a larger context of divine justice and praise. The reference to the 'song of Moses' directly connects this scene to Israel's celebration after crossing the Red Sea (Exodus 15), suggesting that this final deliverance is comparable in magnitude to the deliverance from Egypt. The description of the heavenly temple filled with smoke from God's glory, keeping anyone from entering until the plagues are complete, echoes Old Testament scenes (such as Exodus 40 and 1 Kings 8) where God's glorious presence becomes so intense that it interrupts even the normal priestly service. Today's practical application is that God's judgments, however severe they may seem, are always tied to his justice and holiness, never to arbitrary whim or cruelty.

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