Meu filho, minha filha, ser generoso ano após ano, mês após mês, cansa quando parece que ninguém mais faz a sua parte, quando você dá e vê o dinheiro sumir sem retorno visível. É natural a tentação de reduzir, de guardar mais pra si, de deixar de ser fiel na generosidade que antes fluía com facilidade.
Mas eu não olho pro tamanho da sua oferta; olho pro coração que a entrega. Prefiro receber pouco com alegria do que muito com peso e cálculo. Perseverar na generosidade não é sobre nunca sentir aperto ao dar; é sobre continuar escolhendo dar, com alegria genuína, mesmo quando o bolso reclama.
Não deixa que o cansaço de dar sem ver retorno imediato feche sua mão. Eu vejo cada oferta feita com amor, e prometo que ninguém que confia em mim para dar generosamente fica desamparado por causa disso. Continua sendo um canal aberto da minha provisão para outros.