Pedro estava ali, recém-restaurado por mim depois de tanta dor por ter me negado, e a primeira coisa que ele fez foi olhar pro lado e perguntar sobre o chamado de João. E eu, com carinho e firmeza, respondi: o que importa isso a você? Segue-me tu.
Eu vejo você fazendo a mesma coisa. Olhando pro caminho do seu irmão, da sua amiga, do colega que parece estar mais à frente, mais realizado, com um propósito mais claro. E essa comparação só rouba de você a energia que deveria estar no seu próprio caminho.
O chamado que eu tenho pra você é seu, único, feito sob medida pra sua história. Ele não vai parecer com o do outro, e não precisa. Para de olhar pro lado. Olha pra mim, e segue.