Dia 22 — A Mulher de Provérbios 31
O contentamento que ninguém compra
“Tenho aprendido a contentar-me com o que tenho... sei estar abatido e sei também ter abundância.”
Filipenses 4.11-12
Por trás da mulher virtuosa há um coração contente — não porque tem tudo, mas porque aprendeu a paz de bastar-se em Deus. Vivemos cercadas de comparação: a casa da outra, a família da outra, a vida que parece sempre melhor na tela do celular. Essa comparação é um poço sem fundo que rouba a alegria de tudo o que você já tem. O contentamento, diz Paulo, "se aprende" — não nasce pronto. É a arte de enxergar as bênçãos que já estão na sua mão em vez de chorar pelas que faltam. Você pode ter pouco e viver em paz; pode ter muito e viver vazia. A diferença está no coração, não na conta bancária. Hoje, em vez de olhar para o que falta, agradeça pelo que há: o teto, o pão, as pessoas, o fôlego. O contentamento não nega os sonhos — ele só impede que a falta deles roube a sua paz de hoje.
Oração
Pai, ensina-me o contentamento. Liberta-me da comparação que rouba a minha alegria e abre os meus olhos para tudo o que já me deste. Que a minha paz esteja em Ti, e não nas coisas. Amém.