Meu filho, minha filha, eu sei o peso de sentir que essa batalha é só sua. Que ninguém mais entende exatamente o que você carrega, que as pessoas ao redor seguem a vida normalmente enquanto você segura sozinho a sua dor, sorrindo por fora pra não preocupar ninguém.
A Josué eu disse claramente, antes dele atravessar pra um território desconhecido cheio de gigantes: não vou te deixar, nem te desamparar. Essa promessa não ficou presa na história antiga, guardada só pra um povo de milhares de anos atrás — ela atravessa até você, hoje, nessa luta que parece maior que suas forças, nesse silêncio que só você conhece.
Você pode até se sentir só numa sala cheia de gente, ou numa casa onde ninguém percebe o que se passa por dentro. Mas eu estou ali, do seu lado, segurando o que você não consegue segurar sozinho. Essa guerra, você não trava desacompanhado, nem vai travar sozinho até o fim.