Existe uma ansiedade silenciosa que mora em alguns corações: o medo de nunca ser suficiente para Deus, de orar pouco, de errar demais, de não ter fé forte o bastante. Esse tipo de peso religioso pode ser tão pesado quanto qualquer outra ansiedade da vida.
Meu filho, minha filha, minha relação com você nunca começou pelo seu desempenho. Fui eu quem escolheu você, antes de qualquer mérito seu, antes de qualquer oração bem-feita ou dia de fé perfeita. Você não precisa performar espiritualmente para merecer minha proximidade — ela já é sua, de graça.
Deixa de lado a régua que mede sua fé pelo tanto que você faz. Eu olho para o coração que busca, mesmo tropeçando, mesmo com dúvidas, mesmo com orações curtas e distraídas. Você já é suficiente para mim, porque a suficiência nunca dependeu de você — depende do meu amor, que é constante.