A febre não baixa, o exame demora, e você fica ali, ao lado da cama, sentindo uma impotência que nenhuma outra dor se compara. Ver um filho doente, mesmo que seja algo simples, mexe com as fibras mais profundas de quem ama.
Meu filho, minha filha, eu também sou Pai, e conheço esse tipo de vigília. Eu não estou distante do quarto onde seu filho está deitado. Eu conheço cada célula do corpinho dele, muito antes de qualquer exame revelar o que se passa.
Entrega esse caminho a mim — o caminho da cura, do tratamento, dos próximos passos. Você faz sua parte, leva ao médico, cuida com carinho, mas o resultado final descansa em minhas mãos, que são mais cuidadosas que as suas. Eu não abandono uma criança que é preciosa aos meus olhos, e a preocupação de um pai ou mãe também não passa despercebida por mim.