A mão treme antes de falar em público, o coração acelera antes daquela reunião importante, a voz falha pensando no julgamento alheio. Esse medo de ser visto, avaliado, criticado, pode paralisar o que você tem de melhor para oferecer.
Meu filho, minha filha, eu não te dei um espírito de covardia. Esse medo paralisante não vem de mim. Eu te dei fortaleza para enfrentar o que precisa ser enfrentado, amor para que sua motivação não seja provar algo, mas servir e contribuir, e domínio próprio para que a ansiedade não tome as rédeas.
As pessoas na sala não têm o poder final sobre o seu valor — eu tenho, e eu já disse que você é precioso aos meus olhos antes de abrir a boca. Vai com a fortaleza que eu coloquei em você. Você não precisa da aprovação de todos para cumprir o que tem para fazer hoje.