Eu sei da cadeira vazia na mesa, do telefone que não toca como antes, das mensagens que ficam sem resposta. Você criou, ensinou, orou, chorou de joelhos por esse filho, e agora vê ele caminhando longe, e o coração aperta todo dia com a mesma pergunta: será que ainda vai voltar?
Eu conheço essa dor de perto — porque também sou Pai, e sei o que é ver um filho escolher se afastar. Mas a semente que você plantou não desapareceu. Ela está guardada, mesmo que enterrada debaixo de escolhas erradas ou de silêncio. Eu ainda estou trabalhando no coração dele, mesmo nos dias em que você não vê nenhum sinal.
Não desiste de orar por essa volta. Continue amando à distância, sem forçar, sem cobrar. Eu conheço o caminho de volta melhor do que qualquer mapa que você poderia desenhar, e não vou parar de chamar o seu filho pelo nome.