Você já perdeu a conta de quantas portas fecharam na sua cara. Cada não recebido foi guardado numa gaveta invisível, e agora, quando surge uma nova chance, o medo do não de novo chega primeiro que a esperança.
Eu entendo esse cansaço de tentar. Mas eu quero te lembrar de quem eu sou nessa história: sol que clareia o caminho que você não vê, escudo que segura o golpe antes de chegar até você. Eu não sou o autor de todo não que você recebeu — muitos vieram de gente, de tempo errado, de portas que nunca eram as certas.
Não retenho bem algum de quem caminha comigo em retidão. Isso não é fórmula mágica, é caráter meu: eu não brinco com o seu futuro. Se um não veio, foi porque eu já tinha outro caminho guardado, mesmo que você ainda não consiga ver de onde está.